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A troca de silicone em Uberlândia começa com uma consulta presencial, em que a Dra. Nádia examina a mama, revê os dados da prótese antiga e pede ultrassom ou ressonância. Não existe regra de trocar a cada 10 anos: a troca é indicada por um motivo, como ruptura, contratura ou desejo de mudar. A cirurgia é feita em hospital, às vezes com tratamento da cápsula ou mastopexia junto, e a recuperação costuma ser parecida com a da primeira.
Chegou a hora de trocar?
A Dra. Nádia costuma dizer que não precisa trocar a prótese de 10 em 10 anos, mas que, em algum momento, vai precisar. O que define a hora é um motivo: ruptura, contratura capsular (a cápsula em volta da prótese endurece e aperta), prótese fora do lugar, mama que mudou com gestação ou peso, ou vontade de mudar o tamanho. Os motivos e a técnica estão detalhados em troca de prótese de silicone: quando fazer e como é a cirurgia. Esta página fala do caminho prático em Uberlândia.
O que levar para a consulta de troca?
Quanto mais informação sobre a cirurgia anterior, melhor o planejamento. Tente reunir:
- o cartão de identificação da prótese, com marca, modelo, volume e número de série;
- o relatório ou a descrição da cirurgia anterior, se conseguir com o hospital ou o cirurgião;
- ultrassom ou ressonância das mamas recentes;
- o ano em que operou e se já fez outra cirurgia na mama depois.
Não tem nada disso? Não é motivo para adiar a consulta. Muitas pacientes perderam os papéis, e os exames de imagem ajudam a preencher as lacunas.
Por que precisa de ultrassom ou ressonância?
Porque, ao toque, não dá para saber se a prótese está rasgada. A Dra. Nádia insiste nisso: a ruptura precisa ser vista em exame de imagem. O ultrassom costuma ser o primeiro passo, e a ressonância é usada quando há dúvida ou para ver a prótese com mais detalhe. Prótese rasgada é indicação de cirurgia. Quando é preciso fazer exames de rotina sem sintoma, veja ultrassom ou ressonância para quem tem silicone.
Como a cirurgia de troca é planejada?
Toda troca tem três decisões:
| Decisão | O que pesa |
|---|---|
| O que fazer com a cápsula | Se está dura, espessa ou com alteração no exame, pode ser retirada em parte ou toda |
| Tamanho e tipo da nova prótese | O corpo de hoje, o tecido que sobrou e o que você quer agora |
| Se precisa de algo junto | Mama caída pede mastopexia; pele fina pode pedir mudar o plano da prótese ou enxerto de gordura |
Algumas pacientes chegam para trocar e saem decididas a tirar de vez. Isso também é uma opção, e é conversado sem pressão. Veja como funciona o explante. A Dra. Nádia se apresenta como especialista em mamoplastias complexas e atende com frequência quem já passou por duas ou mais cirurgias na mama.
Como é o dia da cirurgia?
A troca é feita em hospital, em Uberlândia, com anestesia. A duração e a necessidade de passar a noite dependem do que vai ser feito: uma troca simples, com a cápsula em bom estado, é diferente de uma troca com retirada total da cápsula e mastopexia. A cápsula retirada pode ser enviada para análise em laboratório. Tudo isso é explicado antes, para você planejar acompanhante, folga e casa.
A recuperação é igual à da primeira cirurgia?
Costuma ser parecida, às vezes mais leve, às vezes mais pesada. Se a nova prótese vai para o mesmo espaço e a cápsula fica, muitas pacientes acham mais tranquilo do que a primeira vez. Se houve retirada da cápsula, mudança de plano ou mastopexia, o pós tende a ser mais parecido com o de uma cirurgia maior. Nas primeiras semanas, nada de peso acima de 10 kg, e a volta ao treino segue a liberação nos retornos. A mama demora meses para assentar.
E quem vem de fora de Uberlândia?
Para trocar a prótese em Uberlândia morando em outra cidade, os exames de imagem podem ser feitos perto de você, e a consulta já serve para combinar a data da cirurgia e os retornos. As orientações estão em cirurgia de mama em Uberlândia para quem mora fora.
Quais sinais pedem avaliação logo, mesmo antes de decidir trocar?
Nem toda troca é planejada com calma. Alguns sinais pedem consulta sem esperar:
- uma mama que ficou maior, inchada ou com líquido em volta, de repente, anos depois da cirurgia;
- mama endurecendo, mudando de formato ou doendo;
- caroço novo na mama ou na axila;
- mudança na pele, como vermelhidão que não passa.
Esses sinais não querem dizer, por si só, que a prótese rompeu ou que há algo grave. Mas precisam ser examinados, com exame de imagem, para entender a causa. O inchaço tardio com líquido, por exemplo, faz parte da investigação de uma doença rara associada a algumas próteses texturizadas, e o caminho é sempre avaliação e exame, sem pânico e sem adiar.
Dúvidas comuns
Preciso trocar o silicone a cada 10 anos?
Não existe essa regra. A troca é indicada quando há um motivo, como ruptura, contratura ou vontade de mudar. Mas nenhuma prótese é definitiva.
Dá para saber se a prótese rompeu apalpando?
Não. A ruptura precisa ser vista em exame de imagem, como ultrassom ou ressonância.
Perdi o cartão da minha prótese. E agora?
Não é motivo para adiar. Os exames de imagem e a cirurgia ajudam a identificar a prótese antiga. Tente pedir os dados ao hospital onde operou.
Posso trocar por um tamanho diferente?
Sim, quando o tecido permite. A escolha é feita na consulta, pelo corpo de hoje.
A cápsula sai junto na troca?
Depende de como ela está. Pode ser mantida, retirada em parte ou toda, conforme o exame e o que se vê na cirurgia.
Posso decidir tirar a prótese em vez de trocar?
Pode. O explante também é uma opção, e é conversado na consulta.
Quer avaliar a troca da sua prótese?
Agende a consulta com a Dra. Nádia Côrtes em Uberlândia. Leve os dados da prótese e os exames que tiver.
Referências
- Anvisa. Atualizadas informações sobre próteses mamárias.
- FDA (agência de saúde dos EUA). Breast Implants.
- Revista Brasileira de Cirurgia Plástica. Prevenção e tratamento da contratura capsular após implantação de prótese mamária.
