Por que muitas pacientes preferem uma cirurgiã para operar a mama | Dra. Nádia Côrtes
Antes de decidir

Por que muitas pacientes preferem uma cirurgiã para operar a mama

Na hora de mostrar a mama e falar de amamentação, corpo e autoestima, muitas mulheres se sentem mais à vontade com outra mulher. É uma preferência legítima, e ela convive com outros critérios que não podem ficar de fora.

5,0 no Google com 109 avaliações de pacientes
Dra. Nádia Côrtes no consultório
A Dra. Nádia colocou prótese aos 18 anos e conhece o pós também do lado de paciente.
Neste artigo
  1. Resposta rápida
  2. Por que essa preferência
  3. O que muda na prática
  4. O que não substitui
  5. A consulta com a Dra. Nádia
  6. Escolha sem culpa
  7. E o acompanhante?
  8. Temas íntimos
  9. Rotina de mulher ativa
  10. Dúvidas comuns

Resposta rápida

Muitas pacientes preferem uma cirurgiã para a cirurgia de mama porque se sentem mais à vontade no exame e para falar de temas íntimos, como amamentação, sexualidade e autoestima. É uma escolha válida. Mas o gênero não substitui os critérios de segurança: título de especialista em cirurgia plástica, experiência com mama, hospital, anestesia e acompanhamento no pós continuam sendo o que mais pesa.

Por que tantas mulheres procuram uma cirurgiã

A cirurgia de mama mexe com uma parte do corpo carregada de significado. Na consulta, você tira a roupa, mostra o que não gosta, fala de gestação, amamentação, do corpo que mudou e, às vezes, de vida sexual. Para muitas mulheres, essa conversa flui melhor com outra mulher.

Os motivos que as pacientes costumam contar são parecidos:

  • menos constrangimento no exame físico;
  • mais facilidade para falar de temas íntimos sem filtro;
  • sensação de que a outra pessoa entende o que é usar sutiã, correr com a mama balançando ou amamentar;
  • conforto do marido ou da família com a escolha.

Nenhum desses motivos precisa de justificativa. Sentir-se à vontade com quem vai operar você faz parte de uma boa relação médico-paciente.

O que muda na prática

A técnica cirúrgica não muda pelo gênero de quem opera. O que pode mudar é a conversa. Uma cirurgiã que já viveu algumas das fases que você está vivendo tende a fazer perguntas parecidas com as que você faria.

No caso da Dra. Nádia, isso aparece de forma concreta, e as pacientes costumam comentar. Ela colocou prótese aos 18 anos e fala do pós também como paciente. É mãe, passou por gestação e pós-parto, e é corredora. Quando ela explica por que costuma orientar uma prótese mais leve para quem corre, ou por que pede para esperar depois da amamentação, ela fala de algo que conhece por dentro.

Isso não torna o resultado de ninguém previsível. Torna a conversa mais próxima.

O que a preferência não substitui

Escolher uma cirurgiã é um critério a mais, nunca o único. Antes de qualquer coisa, confira:

CritérioComo conferir
Especialista em cirurgia plásticaCRM e RQE no portal do Conselho Federal de Medicina
Membro da sociedade da especialidadeBusca no site da SBCP
Experiência com mamaPergunte na consulta quantas cirurgias como a sua ela faz
EstruturaHospital, anestesista dedicado, prevenção de trombose
AcompanhamentoRetornos definidos e canal para dúvidas

O passo a passo completo está em como escolher um cirurgião plástico para a cirurgia de mama. A Dra. Nádia tem CRM 68667 e RQE 50701, formação pela UFU e é membro da SBCP e da BAPS.

Como é a consulta com a Dra. Nádia

O tom é direto. A Dra. Nádia gosta de explicar com comparações do dia a dia e não romantiza a cirurgia. Ela fala do inchaço, da prótese alta e "quadrada" no começo, da "semana do arrependimento" que muitas pacientes atravessam e da regra de que "fica feio pra depois ficar bonito". Também fala do seu "eu do futuro": como essa mama vai estar daqui a dez, vinte anos, depois de filhos, mudanças de peso e menopausa.

Essa sinceridade é o que muitas pacientes procuram quando dizem que querem uma cirurgiã. Não é só o conforto do exame, é ouvir a verdade de alguém que fala a mesma língua.

Escolha sem culpa, e sem abrir mão do resto

Se você prefere ser operada por uma mulher, siga essa preferência. Se você confia mais em um cirurgião homem e ele tem a formação certa para o seu caso, também está tudo certo. O que não vale é deixar a segurança em segundo plano por qualquer critério, seja gênero, preço ou número de seguidores.

Para quem é de Uberlândia e região, a consulta é o momento de sentir se a conversa encaixa. Você pode levar alguém junto e fazer todas as perguntas que quiser.

Posso levar meu marido ou minha mãe?

Pode. Muitas pacientes levam alguém para ajudar a lembrar das explicações. No momento do exame físico, você decide se a pessoa fica ou espera do lado de fora. É o seu corpo e a sua consulta.

Os assuntos que costumam aparecer mais à vontade

Algumas dúvidas surgem com mais facilidade quando a paciente se sente confortável. Elas são importantes para o planejamento e merecem resposta sem constrangimento:

  • a sensibilidade do mamilo depois da cirurgia e o que isso muda na vida sexual;
  • se vai dar para amamentar no futuro;
  • como a mama fica deitada, de lado e sem sutiã;
  • o incômodo de correr ou pular com a mama pesada;
  • o medo de que o parceiro ou a família não aprove;
  • a vergonha de uma mama muito diferente da outra.

Não existe pergunta boba nessa lista, e nenhuma delas é vaidade demais para ser feita. Quanto mais você conta, mais o plano se aproxima do que você vive. E isso vale para qualquer profissional que você escolher: se você não consegue falar desses temas na consulta, vale pensar se aquela é a pessoa certa para acompanhar você por meses de pós-operatório.

Quando a cirurgiã também treina

Para quem corre, faz musculação ou CrossFit, a conversa sobre a cirurgia passa pelo treino. A Dra. Nádia é corredora, correu durante a gestação com acompanhamento e conhece o incômodo de uma mama pesada no impacto. Por isso ela costuma orientar uma prótese mais leve para quem corre, para que o impacto não acelere a queda da mama, e um retorno gradual aos exercícios, por etapas. Veja quando voltar a treinar e a página de cirurgia de mama para atletas.

Dúvidas comuns

A técnica da cirurgia muda se for uma cirurgiã?

Não. A técnica depende da formação e da experiência de quem opera, não do gênero. O que pode mudar é a forma da conversa e o conforto da paciente.

É errado preferir uma mulher para operar a mama?

Não. É uma preferência comum e legítima, desde que venha junto com os critérios de segurança, como título de especialista e estrutura hospitalar.

A Dra. Nádia tem prótese de silicone?

Sim. Ela colocou prótese aos 18 anos e fala abertamente da experiência de paciente nas redes e na consulta.

Posso levar alguém na consulta?

Pode. Durante o exame físico, você escolhe se a pessoa fica na sala ou espera do lado de fora.

Como confiro a formação da cirurgiã?

Busque o nome no portal do Conselho Federal de Medicina para ver CRM e RQE, e no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para ver se é membro.

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Dra. Nádia Côrtes

Dra. Nádia Côrtes

CRM 68667 / RQE 50701

Cirurgiã plástica de mama em Uberlândia. Formada pela UFU, membro da SBCP e da BAPS. Conheça a Dra.

Revisado em 22/10/2026. Conteúdo educativo, não substitui a consulta.

Referências

  1. Conselho Federal de Medicina. Portal do CFM (consulta de médicos e especialidades).
  2. Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Encontre um cirurgião membro da SBCP.